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Azul é a cor mais triste

A mente humana é misteriosa e os efeitos do mundo sobre ela também. Um dos efeitos relacionados às formas que nosso emocional reage às cores é um deles. A psicologia das cores estuda como o cérebro humano as identifica e como interferem nas emoções.

Nesse texto vou falar mais sobre uma cor específica, favorita de muitas pessoas: o azul. Com o lançamento do meu novo livro Ecos de Melancolia, nada melhor do que abordar o uso da cor azul na composição da narrativa.

Nos estudos das cores, azul está relacionado às sensações de calma, tranquilidade, suavidade. Essas sensações, de fato, se destacam quando observamos o céu azul ou a superfície do mar calmo. Porém, assim como tudo no Universo se organiza de forma dual, o azul tem seu lado sombrio.

Anjo azul triste

Na contramão das boas sensações está o aprofundamento da calma ao ponto de se tornar apatia e da tranquilidade em melancolia. O que antes poderia ser agradável se torna um abismo sem fim. Diferente das cores relacionados a sentimentos negativos como preto e cinza, o azul é o tipo de cor que arrasta para o abismo de forma sutil tornando-nos melancólicos sem perceber. Além do mais, o uso do azul no livro está associado ao gênero musical blues. O termo blues em inglês significa tristeza, ou seja, a cor está associada a uma emoção melancólica, mas nesse contexto, bonita e poética.

É sobre essas sensações que o azul na obra Ecos de Melancolia se debruça. Olhar um belo céu azul é sem dúvida agradável e traz bem-estar. Por outro lado, se esse céu nublar o que era bom se torna sombrio.

Assim, o azul no contexto de Ecos de Melancolia é, sim, a cor mais triste.

Redes sociais da autora: Larissa Prado

Página oficial Izyncor: Larissa Prado

Palavras-chaves
Azul, psicologia das cores, blues, cor da tristeza, Ecos de Melancolia, editora Izyncor, autor nacional

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